Os remédios extraídos de plantas são chamados de fitoterápicos, e são alternativas eficazes para substituir medicamentos industrializados no tratamento de algumas doenças. Com eficácia atestada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os fitoterápicos produzidos pela Farmácia Viva de Brasilia, unidade da Secretaria de Saúde local, tem seu merecido destaque nas unidades básicas de saúde do Distrito Federal.
Segundo as reportagens da Agência Brasília, mais de 4,300 fitoterápicos foram produzidos na rede pública de saúde do Distrito Federal apenas no primeiro trimestre de 2017. Em 2016 foram produzidos mais de 25 mil fitoterápicos por esta mesma unidade, um aumento de mais de 11% em relação ao ano anterior.
Equipe da Farmácia Viva produz em laboratório remédios de sete plantas, três delas nativas do território brasileiro: Alecrim-pimenta, Babosa, Boldo, Confrei, Erva-baleeira, Funcho e Guaco
Farm. Nilton Luz Neto – Chefe da Farmacia Viva de Brasilia
“A proposta é oferecer uma opção terapêutica importantíssima, que tem alicerce em conhecimentos tradicionais, mas referendada por estudos científicos. (…) O projeto atende com o xarope de guaco há mais de 20 anos. É o medicamento mais tradicional da rede. Usada como expectorante em gripe e resfriado com formação de catarro, a planta também serve como auxiliar no tratamento de asma”
Outro trabalho muito importante realizado pela Farmácia Viva é a realização de oficinas educativas sobre plantas medicinais. Estas oficinas ocorrem conforme a demanda dos pacientes nas unidades de saúde e os farmacêuticos levam mudas de plantas para orientar a população sobre seu uso e cultivo.
Dados importantes
Os remédios podem ser obtidos em 20 locais diferentes da cidade, em 12 regiões administrativas. Os interessados podem buscar a sua unidade de saúde local para mais informações sobre a disponibilidade do serviço.
Os fitoterápicos produzidos pela Farmácia Viva são entregues mediante receita prescrita pelos médicos das unidades básicas de saúde
As plantas são cultivadas de forma orgânica na própria Farmácia Viva, no Riacho Fundo I, e nos terrenos do Complexo Penitenciário da Papuda e do Centro Nacional de Recursos Genéticos, parceiros do projeto.
Todas as plantas são colhidas, selecionadas, secadas em estufa e trituradas até se transformarem em pó para uso nas receitas, menos a Babosa, que é usada in natura para produção de gel cicatrizante.
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